Outras Notícias

armas nucleares

  • GUERRA E PAZ: UM NOVO OLHAR

     

    Divulgamos a intervenção de Frederico Carvalho na sessão pública «Pelo Fim das Armas Nucleares», promovida pelo CPPC no âmbito da campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, lançada pelo CPPC, na qual se integra igualmente a petição que pode ser assinada na Internet (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares).

    A intervenção:

    GUERRA E PAZ: UM NOVO OLHAR

  • Hiroshima e Nagasaki: um dos mais vis atentados à humanidade

    Nos dias 6 e 9 de Agosto assinalam-se 69 anos do lançamento, pelos Estados Unidos da América, de duas bombas atómicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em 1945.

    Injustificado do ponto de vista militar, uma vez que o Japão já tinha encetado o processo de capitulação face às Forças Aliadas na II Grande Guerra, este acto foi entendido como uma aterrorizante demonstração de poderio militar por parte dos Estados Unidos da América, então potência mundial emergente, que não se absteve de cometer este violento e cruel massacre de populações civis, que perdura na memória dos povos como uma das maiores barbáries alguma vez cometidas.

  • Iniciativas do CPPC na Ilha da Madeira

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  • Intervenção de Socorro Gomes em debate sobre o Tratado para a Proibição das Armas Nucleares

    O Grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica (GUE-NGL) realizou, a 10 de Janeiro, no Parlamento Europeu, um importante debate sobre o Tratado para a Proibição das Armas Nucleares.

    Leia aqui a intervenção de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz:

  • Jantar/Debate pela "Proibição das Armas Nucleares" em Beja

  • Mensagem para o dia internacional contra os ensaios nucleares - 29 de Agosto de 2014

    Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

     

    Os registos oficiais conhecidos indicam que entre os anos de 1945 e 1996 tiveram lugar dois mil e quarenta e nove (2049) ensaios nucleares. Destes, 1032 foram levados a cabo pelos Estados Unidos da América e 715 pela União Soviética. O último ensaio nuclear soviético ocorreu em 1990. Depois disso os EUA procederam a mais 13 rebentamentos nucleares de ensaio. Costuma indicar-se a data de 16 de Julho de 1945 como o início da “era nuclear”: nesse dia os americanos fizeram rebentar uma bomba experimental de 20 quilotoneladas em Alamogordo, no Novo México. Menos de um mês depois, a 6 de Agosto de 1945, teve lugar o lançamento das bombas nucleares que atingiram Hiroshima e Nagasaki.

  • Nações Unidas aprovam início de negociações para proibir armas nucleares

    As Nações Unidas adotaram no passado dia 27 de outubro a resolução L.41 para iniciar em março de 2017 o processo de negociação de um “instrumento juridicamente vinculativo para proibir as armas nucleares, conduzindo à sua total eliminação”.
    A resolução foi aprovada com 123 votos a favor, 38 contra e 16 abstenções. Além dos nove estados que possuem armas nucleares, votaram contra 29 países europeus – entre os quais Portugal –, incluindo os que cederam os seus territórios para alojamento de armas nucleares no âmbito da NATO. Pelo contrário, os estados de África, América Latina, Caraíbas, Sudeste Asiático e Pacífico votaram esmagadoramente a favor da resolução.

    Portugal e outros justificaram a sua posição com o argumento de que seria prematuro iniciar agora um processo de proibição de armas nucleares sem o apoio de potências nucleares e de outros países com interesses de segurança específicos. O voto contra de estados europeus é tanto mais estranho quanto, horas antes da votação na ONU, o Parlamento Europeu tinha aprovado a sua própria resolução apoiando aquela iniciativa e convidando os estados membros a nela participarem ativamente!

    Entretanto, em nota de 26 de outubro, a agência noticiosa japonesa Kyodo, informa que os Estados Unidos pressionaram os estados membros da NATO a votar contra a resolução L.41 e a não participarem nas negociações dela decorrentes caso as mesmas vão para a frente.

  • Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) convida-vos a participar na sessão pública - Pelo fim das Armas Nucleares - que vai realizar no próximo Sábado, dia 16 de Dezembro, a partir das 14h30, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça - Rua Vítor Cordon nº1, em Lisboa, e que contará com a participação de Jean-Paul Lainé, Presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Frederico Carvalho, Membro da Presidência do CPPC e Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    Esta iniciativa pública segue-se à Assembleia da Paz, que terá lugar durante a manhã, sob o lema " Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!".

  • Não às armas nucleares

    A eliminação total das armas nucleares e de destruição massiva é uma das exigências mais importantes e urgentes para garantir a paz. Até ao momento, só em duas ocasiões tal tipo de armamento foi utilizado, pelos EUA, num dos mais brutais crimes contra a humanidade alguma vez perpetrados: nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, contra as populações das cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, provocando a morte imediata a dezenas de milhares de pessoas e a morte lenta a muitas outras.

    Com um nível de destruição incomparavelmente superior às bombas de 1945, os actuais arsenais nucleares são um inquietante motivo de preocupação para a humanidade, pois a sua utilização seria o fim da civilização, pelo menos como a conhecemos. Especialmente grave é a recente instalação na Europa, por parte dos EUA, de modernas armas nucleares tácticas. Alguns dos membros da NATO são detentores de poderosos arsenais nucleares e admitem a sua utilização num primeiro ataque, algo que nenhum outro país faz.

    Nunca como hoje as palavras de Albert Einstein terão feito tanto sentido: «a terceira guerra mundial não sei como será; a quarta será travada com paus e pedras.» A abolição das armas nucleares e de destruição massiva e o desarmamento geral, simultâneo e controlado são exigências actuais e prementes.

    Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO

  • Nobel da Paz 2017 Pela Abolição das Armas Nucleares

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a atribuição do Prémio Nobel da Paz à Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares (ICAN, na sigla em inglês) e considera que esta representa um incentivo à acção de todos quantos intervêm pela abolição das armas nucleares, pelo desarmamento, pela paz.

    Não esquecendo a controvérsia que rodeou a atribuição do Prémio Nobel da Paz noutros momentos, para o CPPC esta atribuição contribui para dar ainda mais força à legítima exigência e aspiração dos povos e do movimento da paz por um mundo livre de armas nucleares e, consequentemente, da ameaça do holocausto nuclear – exigência e aspiração que teve no Apelo de Estocolmo, promovido no início dos anos 50 pelo Conselho Mundial da Paz, a sua primeira e grande expressão ao nível mundial.

  • Nos 80 anos do início da 2ª Guerra Mundial. Defender a Paz! Mais guerra não!

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    No momento em que se assinalam 80 anos sobre o início da Segunda Guerra Mundial, o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra as brutais consequências daquele que foi o mais violento e sangrento conflito militar da História, desencadeado pela Alemanha nazi, a Itália fascista e o Japão militarista, responsável pela perda de mais de 50 milhões de vidas e de dezenas de milhões de feridos.

    O nazi-fascismo foi responsável por inúmeros crimes, como o extermínio em massa de populações e prisioneiros em campos de concentração, pela imposição do trabalho forçado, pela destruição sistemática de infraestruturas económicas e sociais e de imenso património cultural.

    Este é também o tempo para recordar todos os que, resistindo e combatendo das mais diversas formas, contribuíram para libertar a Humanidade do nazi-fascismo, alcançar uma paz justa e conquistar para a generalidade da população mundial inéditos direitos políticos, económicos, sociais e culturais e o fim do colonialismo.

  • Nunca Mais! 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra Hiroxima e Nagasáqui

    Assinalam-se, a 6 e 9 de Agosto respectivamente, 70 anos sobre os bombardeamentos nucleares, pelos Estados Unidos da América, contra as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui. Nesta data, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lembra o acto de barbárie cometido contra populações indefesas num momento em que o império japonês já se encontrava militarmente derrotado, na frente terrestre na Ásia e na frente aéreo-naval do Pacífico, e se havia iniciado o processo da sua capitulação às Forças Aliadas.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou na manifestação nacional «Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores»

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou na manifestação nacional «Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores», convocada pela CGTP-IN no passado sábado, 18 de Novembro, em Lisboa.

    Solidarizando-se desta forma com a luta dos trabalhadores portugueses pelo progresso e justiça social, condições essenciais para a construção de um mundo de Paz, o CPPC marcou presença nesta manifestação afirmando a campanha pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Durante a manifestação, activistas do CPPC recolheram centenas de assinaturas para petição que reclama precisamente a adesão de Portugal a este tratado, em 3 bancas e ao longo do percurso da manifestação, e desceram a avenida com uma faixa apelando também à subscrição da petição.

    A petição está também disponível em:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • Pela abolição de todas as armas nucleares

    O aumento da tensão internacional e a militarização das relações internacionais têm como aspectos particularmente graves e perigosos a corrida aos armamentos, o aumento das despesas militares e a aposta estratégica na manutenção e desenvolvimento de poderosos arsenais nucleares e de outras armas de destruição massiva. Esta tendência, que se vem agravando ano após ano, aumenta os riscos de uma conflagração militar generalizada e suas consequências.

    No que respeita às armas nucleares, continua a não se verificar qualquer avanço no sentido da sua abolição, antes pelo contrário: o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) não só não é respeitado como é utilizado, de forma truncada e unilateral, como instrumento de pressão e chantagem contra diversos países, enquanto principais detentores deste tipo de armamento mantêm e renovam os seus arsenais – em clara violação do espírito do Tratado, que estipula o desmantelamento das armas nucleares já existentes.

  • Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares | Defender a paz é defender a vida

    pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20201019 1570302381
    No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.
  • Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares Defender a paz é defender a vida

    pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200414 1845918387

    No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.

    A subscrição pode ser efetuada em https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ProibirArmaNuclear

  • Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares Defender a paz é defender a vida

    pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200326 1826983547

    No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.

    A subscrição pode ser efetuada em https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ProibirArmaNuclear

    Leia o texto da petição:

    Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares

    Defender a paz é defender a vida

  • Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares: defender a paz é defender a vida

    pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200716 1216001674
     
    Foi há três anos – 7 de Julho de 2017 – que foi aprovado o Tratado de Proibição de Armas Nucleares por 122 Estados participantes na conferência das Nações Unidas convocada para estabelecer um instrumento vinculativo que leve à eliminação deste tipo de armas tão perigosas para a humanidade.
    Por isso, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lançou uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.
    Leia o texto da petição:
  • Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares: defender a paz é defender a vida

    pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200716 1091297047
     
    No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.
    Leia o texto da petição:
  • Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!

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