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    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

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    Hoje, 13 de Março de 2019, o encenador e actor, membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Armando Caldas, deixou-nos. Com um...

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militarismo e guerra

  • Pompeo e Netanyahu não são bem vindos a Portugal!

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    «Mike Pompeo e Benjamin Netanyahu não são bem-vindos a Portugal» foi, mais do que o mote, o clamor que sobressaiu da acção pública realizada ao final da tarde de sexta-feira, 6 de Dezembro, no Largo Camões, espaço nobre da capital, já célebre pelas iniciativas em defesa da paz que regularmente ali têm lugar.

    A visita do Secretário de Estado norte-americano e do ainda primeiro-ministro israelita fez convergir, na ação, diferentes críticas e causas: da oposição à guerra e ao militarismo à defesa do desarmamento e da dissolução da NATO; a solidariedade com os povos ameaçados e atacados pelo imperialismo norte-americano e o sionismo israelita; a rejeição do racismo e da xenofobia e a salvaguarda do meio ambiente e recursos naturais. De tudo isto e muito mais falaram os representantes de três organizações promotoras da ação – Filipe Ferreira, pelo CPPC; Jorge Cadima, pelo MPPM; e João Barreiros, pela CGTP-IN – e ainda o refugiado político colombiano Hector Mondragon.

  • Realizou-se iniciativa em defesa da Paz e contra a guerra no Irão

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    Realizou-se no Porto, no dia 13 de Janeiro uma iniciativa do CPPC, na Praça da Palestina, em defesa da Paz e contra a guerra no Irão.

    Esta iniciativa denunciou a criminosa intervenção dos EUA contra o Iraque, e o Irão e a crescente ameaça de guerra que estas intervenções provocam, criando na região um clima de cada vez maior instabilidade e insegurança.

    Nas intervenções do sindicalista Henrique Borges e de Ilda Figueiredo pelo CPPC, sublinharam-se as tomadas de posição contra estas sucessivas guerras no Médio Oriente na Ásia, a que , desde 2003, lamentavelmente Portugal está ligado, seja pela Cimeira das Lajes que precedeu a invasão do Iraque, seja pelo recente encontro em Lisboa entre dirigentes de EUA e de Israel e que precedeu esta nova ofensiva norte-americana contra o Irão e o Iraque. Foi exigida uma política internacional que respeite a Carta da ONU e a Constituição da República Portuguesa, exigindo também o regresso dos militares portugueses.

    Foi afirmado que o CPPC vai continuar a lutar pela Paz e contra a guerra, como os participantes na iniciativa gritaram a várias vozes. Iniciativas em defesa da paz vão continuar, com a realização do Concerto pela Paz no próximo dia 25 de Janeiro, no Rivoli, no Porto.

  • Revisão da Política Nuclear dos EUA - acrescido perigo para a Paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) manifesta a sua profunda preocupação pela revisão da política nuclear dos EUA, tornada pública pelo Pentágono no passado dia 2 de Fevereiro.

    O CPPC considera que a denominada revisão da política nuclear dos EUA (Nuclear Posture Review – NPR) representa um passo particularmente perigoso na escalada militarista que marca o nosso tempo, que poderá ter catastróficas consequências para a Humanidade, a não ser contrariada através de fortes iniciativas a favor da Paz mundial.

    Com a NPR, a Administração norte-americana assume a intenção de expandir, desenvolver e modernizar o seu arsenal de armas nucleares e diversos componentes da chamada tríade nuclear – composta por: mísseis balísticos intercontinentais terrestres, bombardeiros estratégicos e mísseis balísticos lançados por submarinos –, e que é acompanhada da possibilidade da utilização de armas nucleares por outro tipo de vectores e da instalação de um sistema anti-míssil de âmbito global, particularmente visando a Rússia e a China – rompendo com acordos de desarmamento, como o «Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário», de 1987.

  • Sessão cultural pela paz e o desarmamento em Almada

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promove no dia 27 de Janeiro às 15 horas no Cineteatro da Academia Almadense (Rua Capitão Leitão, Almada) uma sessão cultural pela paz e o desarmamento.

    Nesta sessão, inserida na campanha que tem em curso pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, participam o cantautor Samuel, a Companhia de Dança de Almada, os Rumores d' Além Tejo, Almada Street Band e o grupo de dança The Future Iz Us. A sessão, que será apresentada pela atriz Luzia Paramés, conta ainda com depoimentos do presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, Augusto Flor, do diretor da Companhia de Teatro de Almada, Rodrigo Francisco, da diretora da Escola Secundária Fernão Mendes Pinto, professora Ana Pina, e de Hernâni Magalhães do CPPC.

    Desta campanha consta uma petição que reclama das autoridades portuguesas a adesão ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, aprovado em Julho do ano passado por 122 países das Nações Unidas.

    A petição decorre com recolha presencial em papel e na Internet, podendo ser assinada aqui: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares.

     

  • Sessão evocativa do 73.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui

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    Nos dias 6 e 9 de agosto assinala-se o 73.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui, duas das maiores atrocidades cometidas pela mão do ser humano, de forma consciente e calculista, contra a Humanidade, revelando os efeitos nefastos e devastadores da utilização de armamento nuclear.

    No âmbito dos compromissos assumidos pelo Movimento dos Municípios pela Paz, a Câmara Municipal do Seixal e o Conselho Português para a Paz e Cooperação, conscientes da importância de combater a corrida aos armamentos nucleares e a outras armas de destruição maciça, assinalam esta efeméride, relembrando os valores da paz e do respeito pelos direitos humanos.

    No dia 11 de agosto, sábado, às 21 horas, decorre no stand da Câmara Municipal do Seixal nas Festas Populares de Amora uma sessão evocativa do 73.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui, de forma a impedir que os danos provocados pela utilização deliberada de armas nucleares caiam no esquecimento. Desta sessão fazem parte intervenções de Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, e de Filipe Ferreira, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e ainda a apresentação do vídeo «Pela Paz, pela Segurança, pelo Futuro da Humanidade» e a visita à exposição com o mesmo nome.

  • Sessão Pública | Pela Paz,Guerra Não! Irão na mira dos EUA | Lisboa

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  • SIM À PAZ! NÃO À NATO!

    Em defesa da paz e da segurança no mundo! Não aos objectivos belicistas da Cimeira da NATO de Bruxelas!

     

  • Sim à Paz! Não à NATO!

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    Realizou-se no dia 28, na baixa lisboeta, uma conferência de imprensa das organizações e movimentos que integram a campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», que deram nota das iniciativas previstas e explicitaram os seus objectivos. Em seguida, o texto da Conferência de Imprensa e as organizações promotoras.

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  • Sim à Paz! Não à NATO! Cimeira de Bruxelas é acrescida ameaça à paz

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    Os principais tópicos da Cimeira da NATO foram apresentados dia 28 de Maio pelo seu Secretário-geral, Jens Stoltenberg, na assembleia parlamentar daquela organização militar.
    Por mais que os tenha procurado dissimular, sob 'pacíficas' palavras, os objectivos belicistas são evidentes.

    Nesta Cimeira os líderes da NATO vão debater, entre outros aspectos:

    - o gradual aumento das despesas militares dos membros europeus da NATO para dois por cento do seu Produto Interno Bruto, até 2024;
    - a presença militar da NATO no Afeganistão, no Iraque e na Líbia, países destruídos por guerras de agressão da responsabilidade da NATO e de seus membros;
    - o reforço do estacionamento de forças militares da NATO, incluindo dos EUA, no Leste da Europa, visando a Federação Russa;
    - o reforço da União Europeia como «pilar europeu» da NATO, sendo que a militarização da UE – que avançou consideravelmente nos últimos meses – é apontada como complementar à NATO, que se mantém como 'tutora' e principal organização de cariz militar.

    Stoltenberg aponta como objectivo no quadro da NATO, e de forma propagandista, a existência de 30 batalhões mecanizados, de 30 esquadrões aéreos e de 30 navios de combate, que possam estar em 30 dias prontos para combate.

  • Sim à Paz! Não à NATO! Militarização da União Europeia ao serviço da NATO

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    O processo de militarização da União Europeia deu, no final do ano passado, um significativo salto em frente, com o lançamento da chamada 'Cooperação Estruturada e Permanente' ('PESCO', na sigla inglesa) em matérias ditas de 'defesa' e 'segurança'.

    Este processo, no qual o Governo português decidiu envolver o País, realiza-se em 'coordenação' e 'complementaridade' com a NATO e tem como propósitos o incremento das despesas militares dos países participantes, o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista e o aumento da capacidade operacional militar da UE.

  • Sim à Paz! Não à NATO! NATO – Extensão do poderio militar dos EUA

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    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) constitui uma extensão do poderio militar dos Estados Unidos da América (EUA), actuando em função dos seus interesses.

    Assim foi aquando da sua criação em 1949, quatro anos após o final da Segunda Guerra Mundial e seis anos antes da criação do Pacto de Varsóvia; assim continua a ser quase 70 anos depois, com Donald Trump ao leme da maior potência militar do mundo.

    O carácter 'defensivo' que a NATO apregoava ter revelou-se aos olhos do mundo como um logro, quando no início da última década do século XX – após o fim da União Soviética e do campo socialista na Europa e a consequente dissolução do Pacto de Varsóvia – a NATO não só não se extinguiu, como se reforçou.

  • Sim à Paz! Não à NATO! Pela abolição das armas nucleares

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    Os EUA e a NATO admitem nas suas estratégias denominadas «de segurança» recorrer à arma nuclear num primeiro ataque contra qualquer país, algo que nenhum outro país detentor desta arma de destruição massiva faz. Recorde-se que os EUA, que foi o primeiro país a possuir armas nucleares e o único a utilizá-las (em 1945, sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui), gasta mais com os seus arsenais e já realizou mais ensaios nucleares do que todos os restantes países detentores deste tipo de armamento juntos.

  • Sim à Paz! Não à NATO! Pela paz e o desarmamento!

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    Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

    Face à crescente e perigosa tensão belicista que actualmente se verifica no mundo, diversas organizações portuguesas das mais variadas áreas de intervenção uniram-se para contestar os objectivos da Cimeira que a NATO realiza dias 11 e 12 de Julho, em Bruxelas, na Bélgica, e reafirmar a exigência da dissolução deste bloco político-militar, desenvolvendo um conjunto de acções em Portugal, como os actos públicos que se realizam dia 9 de Junho, às 18h00, no Largo Camões, em Lisboa, e dia 12 de Julho, às 18h00, na Rua de Santa Catarina, no Porto, sob o lema «Sim à Paz! Não à NATO!».

  • Sim à Paz! Não à NATO! Portugal: compromissos com quem?

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    Portugal é membro da NATO desde a sua fundação, em 1949, e participa regularmente nas suas missões. Actualmente militares portugueses integram contingentes da NATO no Afeganistão, Kosovo e Mali e no Mediterrâneo e Báltico. No País encontram-se instalações da NATO – como o Quartel-general das forças navais de ataque e apoio da NATO ou o Centro de Análise Conjunta e de Lições Aprendidas da NATO.

    Os sucessivos governos portugueses têm estado sempre comprometidos com o alargamento geográfico e o reforço do carácter belicista da chamada 'aliança atlântica'.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Lisboa 2019

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com duas dezenas de organizações, assinalou, ontem em Lisboa, os 70 anos da NATO com um ato público onde foram denunciados os crimes desta organização agressiva e os perigos que representa para a paz e segurança mundiais.

    Durante a iniciativa foram distribuidos documentos informativos https://issuu.com/conselho_paz/docs/folheto_nato_paginas

    Leia a intervenção do CPPC:

  • Sim à Paz! Não à NATO! | Porto

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    Realizou-se, no Porto, no dia 4 de Dezembro, uma acção de rua contra a Cimeira da Nato em Londres. Foram distribuídos documentos aos transeuntes na rua de Santa Catarina e houve intervenções de Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP, do jovem Afonso Sabença e de Ilda Figueiredo do CPPC.

    Todos salientaram que, à semelhança de cimeiras anteriores, falar-se-á muito em "paz" e "segurança", mas as decisões que serão tomadas apontarão para o aumento das despesas militares, para novos e mais sofisticados armamentos, para o militarismo e a guerra, considerando a NATO a maior ameaça à paz mundial, exigindo a sua dissolução.

  • Sim à Paz! Não à NATO! Campeã das despesas militares

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    Apenas uma parte do que se gasta em armamento no mundo chegava para dar resposta aos principais problemas da Humanidade, ao nível da alimentação, da educação, da saúde, da habitação, da protecção social ou do ambiente.
    Em 2017 os gastos militares representaram cerca de 1 700 000 000 000 de dólares – mil e setecentos biliões de dólares –, um aumento de 1,1 por cento face ao ano anterior. Os 29 países membros da NATO, em conjunto, representam mais de metade das despesas militares no mundo (cerca de 900 000 000 000 dólares – novecentos mil milhões de dólares).
    Os dados, divulgados pelo Instituto Internacional de Estocolmo para Estudos da Paz (SIPRI, na sigla inglesa), revelam que os EUA são quem mais gasta em despesas militares, assumindo sozinhos cerca de 600 000 000 000 dólares – seiscentos mil milhões de dólares –, mais de 30 por cento do total mundial. Os três países que se seguem (China, Arábia Saudita e Rússia, por esta ordem) correspondem a pouco mais de metade do valor despendido pelos Estados Unidos.

    Se aos gastos dos EUA e dos restantes países da NATO acrescerem os que são assumidos por alguns dos seus aliados, como a Arábia Saudita, Israel, Coreia do Sul, Colômbia e Austrália – num total de 34 países –, chega-se a dois terços do total das despesas militares ao nível mundial, sendo o restante terço do conjunto dos outros 159 países.

  • Sim à Paz! Não à NATO! Não à cimeira belicista da NATO em Londres

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    A Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO – realiza uma cimeira nos dias 3 e 4 de Dezembro, em Londres, onde se assinalará, uma vez mais, os 70 anos da criação desde bloco político-militar belicista.

    À semelhança de cimeiras anteriores, falar-se-á muito em «paz» e «segurança», mas as decisões que serão tomadas apontarão para o aumento das despesas militares, para novos e mais sofisticados armamentos, para o militarismo e a guerra.

    Recorde-se que desde a sua formação em 1949, que incluiu Portugal, na altura sob uma ditadura fascista, a NATO é um instrumento ao serviço da política externa dos Estados Unidos da América e do seu complexo militar-industrial.

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! PROTESTO CONTRA A CIMEIRA DA NATO DE VARSÓVIA

    Realizando-se a Cimeira da NATO, nos dias 8 e 9 de Julho, em Varsóvia, na Polónia, um conjunto de organizações portuguesas tomou a iniciativa de propor a dinamização de acções comuns e convergentes em Portugal com vista à chamada de atenção e sensibilização para a necessidade da dissolução da NATO e oposição aos objectivos da sua Cimeira de Varsóvia.

    SIM À PAZ! NÃO À NATO!
    PROTESTO CONTRA A CIMEIRA DA NATO DE VARSÓVIA

  • Sobre os bombardeamentos norte-americanos em território da Síria

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia os ataques dos EUA em território da Síria, contra alvos do dito “Estado Islâmico” (EI), como mais um estratagema na sua já longa história de interferência e de desestabilização da Síria e do Médio Oriente.

    Estas acções militares dos EUA violam a soberania e ameaçam a integridade territorial da Síria, são realizadas à margem do direito internacional e desrespeitam os princípios da Carta das Nações Unidas.

    A actuação norte-americana expressa, uma vez mais, a arrogância dos que se julgam acima da legalidade internacional e que, violentando através da força a soberania dos povos, pretendem dominar os recursos desta região – recordem-se os objectivos colonialistas dos EU de criação de um “Grande Médio Oriente”.