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    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

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  • Faleceu Armando Caldas 13-03-2019

    Hoje, 13 de Março de 2019, o encenador e actor, membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Armando Caldas, deixou-nos. Com um...

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação tem o privilégio de contar com a participação, nos seus órgãos sociais, de Rui Namorado Rosa, que foi seu...

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militarismo e guerra

  • Exposição de Artes plásticas | Pela Paz, contra as Armas Nucleares | Aljezur

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    Continuando o trabalho promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) na região do Algarve, nomeadamente nas áreas da educação e cultura para a paz, irá estar patente, de 21 de Fevereiro a 14 de Março, na Galeria Espaço+, do Município de Aljezur, uma exposição de artes plásticas, sob o lema "PELA PAZ, CONTRA AS ARMAS NUCLEARES", numa parceria do CPPC, com a Peace and Art Society e o Município de Aljezur.

    75 anos depois do holocausto de Hiroxima e Nagasaki, em 1945, quando, os Estados Unidos da América lançaram duas bombas atómicas sobre as populações dessas duas cidades japonesas, causando centenas de milhares de mortos e efeitos que até hoje perduram, houve grande desenvolvimento do armamento nuclear e apenas um por cento das ogivas nucleares actuais chegaria para destruir a civilização humana.

    O desarmamento nuclear global é uma questão central na defesa da paz, para a sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra como hoje a conhecemos.

  • Fim à agressão externa à Síria! - Alargar a solidariedade, defender a soberania e a paz!

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    Desde há nove anos que a República Árabe Síria enfrenta uma brutal agressão externa.

    Tal como sucedeu na Líbia, pouco antes, as principais potências ocidentais e as suas aliadas regionais, escudando-se atrás de grupos terroristas (que armam, treinam e financiam), impuseram a agressão e a destruição do país, visando derrubar o seu governo e mudar o regime político-constitucional da Síria, controlar os seus recursos naturais e remover um dos principais obstáculos ao controlo total da região.

    O saldo desta agressão é, a todos os níveis dramático: dezenas de milhares de mortos e feridos, milhões de deslocados e refugiados; incalculáveis danos económicos, materiais e patrimoniais; graves problemas económicos e sociais causados não apenas pela guerra, como pelas violentas sanções e bloqueios impostos pelas potências ocidentais.

  • Fim à guerra de agressão contra a Síria! Defender a Paz e a soberania!

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    O CPPC repudia e condena com veemência a nova agressão contra a Síria perpetrada pela Turquia, a pretexto da criação duma denominada 'zona tampão de segurança' e do denominado 'combate contra o ISIS'.

    Trata-se de uma nova agressão que contou com a cumplicidade dos EUA – que, sublinhe-se, continua a ocupar ilegalmente e militarmente territórios da Síria – e a complacência da NATO, pelas palavras do Secretário-geral deste bloco político-militar.

    Esta nova agressão, que tem lugar na parte nordeste da Síria, inscreve-se num longo processo de ingerência, desestabilização e agressão contra a República Árabe Síria, que se desenrola desde há oito anos. Um processo de agressão pelo qual a Turquia, assim como os EUA, as potências da NATO, Israel e países do Golfo são responsáveis, nomeadamente pelo seu imenso rol de morte, sofrimento e destruição, incluindo milhões de deslocados e de refugiados.

  • Fim imediato da agressão de Marrocos contra o Saara Ocidental

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     Na sequência da notícia que o Reino de Marrocos iniciou, às primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 13 de Novembro, uma agressão militar contra o Saara Ocidental, efetuando uma incursão em território saarauí na zona de Guerguerat, depois de, nos últimos dias terem sido divulgadas informações sobre atividades militares de Marrocos com estacionamento de tropas e armamento junto à fronteira.
    Perante esta agressão, em flagrante violação do acordo de cessar-fogo em vigor desde 1991, sob a égide da ONU, as forças da frente Polisário evacuaram os civis da zona e ripostaram ao ataque.
  • Há 45 anos, o povo do Vietname venceu a agressão e conquistou a paz

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    A libertação de Saigão (como então se chamava a atual Cidade de Ho Chi Mihn) com a entrada das forças da Frente de Libertação do Vietname, a 30 de abril de 1975, marca o fim da longa luta do povo vietnamita pela sua libertação nacional e fim da agressão estrangeira.

    Desde a década de 40 do século XX, o povo vietnamita enfrentou a ocupação japonesa, o colonialismo francês e a agressão norte-americana, ou seja, a intervenção de poderosas potências económicas e militares, incluindo a mais poderosa do mundo. A todas venceu!

    A tenacidade, abnegação, unidade e patriotismo do povo do Vietname revelaram-se mais fortes do que as mais avançadas armas e os mais bem equipados soldados. A vitória consumada em abril de 1975 mostrou que nenhuma força, por mais poderosa e brutal que seja, pode travar um povo que luta pelo seu direito a ser livre e a escolher soberanamente o seu próprio rumo de desenvolvimento.

  • Hoje mais do que nunca, Impõe-se a dissolução da NATO

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    A Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO – cumpre o seu 71 anos a 4 de Abril. Se a sua existência é não só totalmente injustificável à luz da Carta das Nações Unidas como contrária à paz e ao desarmamento, a sua dissolução é hoje mais do que nunca uma necessidade e exigência colocada aos povos do mundo.

    O caráter belicista e agressivo da NATO e a urgência da sua dissolução não são de agora, pelo contrário, são há muito evidentes: nas guerras e agressões que promove; nas fabulosas despesas com armamento que assume; na doutrina nuclear que preconiza, em que se arroga no «direito» de utilização de armamento nuclear num primeiro ataque contra outro estado. Contudo, a pandemia da COVID-19 deixa ainda mais à vista que este bloco político-militar coloca a guerra, o intervencionismo, a corrida armamentista, o militarismo acima do direito à saúde, ao bem-estar e à vida dos povos.

  • Iniciativas do CPPC na Ilha da Madeira

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  • Intervenção da UE na República Centro-Africana

     

    A propósito das recentes declarações da chefe da diplomacia europeia Catherine Ashton, sobre a intenção da União Europeia (UE) de enviar 1.000 soldados para a República Centro-Africana (RCA) – a somar aos 2.000 militares franceses e os cerca de 4.500 militares da União Africana (UA) que já se encontram no terreno – o CPPC alerta mais uma vez para os reais objectivos desta intervenção: branquear a intervenção já em curso do governo francês e os seus objectivos neocoloniais de exploração de recursos naturais, não só deste país, mas também desta região centro-africana.

  • Mike Pompeo e Netanyahu não são bem vindos a Portugal!

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    6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa
    Foi anunciada a vinda a Portugal de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano. Posteriormente, foi confirmada a presença do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, que manterá reuniões com Pompeo e com as autoridades portuguesas.

    Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

    Já Netanyahu é não apenas representante dos sectores mais agressivos do sionismo como é responsável pelo agravamento da ocupação da Palestina, por incontáveis crimes de guerra e pela repressão massiva dos palestinos.

  • Mike Pompeo não é bem vindo a Portugal!

    mike pompeo nao e bem vindo a portugal 1 20191204 1736599221

     

    6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa

    Foi anunciada a vinda a Portugal, no próximo dia 6 de Dezembro, de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano.

    Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

    No dia 6 de Dezembro sairemos à rua para afirmar que Mike Pompeo não é bem-vindo a Portugal e que rejeitamos a política da Administração norte-americana!

    Faremos convergir as solidariedades com os povos que, defendendo os seus direitos, resistem às manobras, chantagens e ameaças da Administração Trump.

  • Milhões em armas e ameaças de guerra

    Na sequência da sua visita recente à Arábia Saudita, o presidente dos EUA, Donald Trump, concluiu aquela que foi a «maior venda de armas da história do país», no valor de 110 mil milhões de euros. O negócio envolve, entre outro material, aviões, navios e mísseis. Lembre-se que segundo o SIPRI (Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo), a Arábia Saudita foi já, em 2016, o terceiro país com maiores gastos militares do planeta.

    Para além da constante violação dos direitos humanos no país e da ocupação e agressão ao Iémene, actualmente em curso, a Arábia Saudita é um dos maiores apoiantes do Estado Islâmico e da Al-Qaeda na desestabilização da Síria. As declarações de Trump recuperando a «ameaça iraniana» são igualmente preocupantes e reveladoras do propósito de continuar a desestabilizar a região.

  • Movimento da paz norte-americano promove conferência contra bases militares estrangeiras

    A cidade norte-americana de Baltimore acolheu recentemente uma importante conferência sobre as bases militares dos EUA instaladas fora do seu território, na qual se reafirmou a exigência do seu encerramento.

    Promovida pela Coligação Contra as Bases Militares dos EUA (composta por diversas organizações de defesa da paz, do ambiente e dos direitos sociais), a conferência aprovou um conjunto de resoluções: uma na qual se propõe a realização de uma conferência internacional sobre as bases militares dos EUA e de outros países da NATO sediadas em países terceiros; uma outra especificamente sobre a base militar dos EUA de Guantánamo, em Cuba, reclamando o seu imediato encerramento; uma terceira exigindo a retirada das acusações que pendem sobre activistas japoneses que exigem o encerramento da base militar norte-americana em Okinawa, no Japão; e ainda outra convocando para a primavera um dia de acção contra a guerra.

  • Não à guerra contra o Irão! EUA fora do Médio Oriente!

    nao a guerra contra o irao eua fora do medio oriente 1 20200110 1706829419

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia com veemência o assassinato do general iraniano Qassem Suleimani pelos EUA, no dia 2 de Janeiro, e alerta para as consequências explosivas que daí poderão advir para a paz. O oficial assassinado teve um papel fundamental nas vitórias alcançadas sobre os grupos terroristas criados, financiados e armados pelos EUA e seus aliados - que operam na Síria e no Iraque, desde logo o chamado «Estado Islâmico».

  • Não à participação de Portugal na militarização da UE

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) critica o Governo português pela sua decisão de envolver Portugal na chamada «Cooperação Estruturada e Permanente» – dita PESCO, na sigla inglesa –, em matéria de «defesa» e «segurança». Como há muito o CPPC vem denunciando, esta maior integração no domínio militar e da indústria de armamento insere-se no processo de militarização da União Europeia (UE) – realizado em coordenação com a NATO e nesta inserido – e tem como propósitos anunciados: o incremento das despesas militares dos países participantes; o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista; e o aumento da sua capacidade operacional no quadro do incremento do intervencionismo militarista da UE.

  • Não à participação de Portugal na militarização da UE

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) critica o Governo português pela sua decisão de envolver Portugal na chamada «Cooperação Estruturada e Permanente» – dita PESCO, na sigla inglesa –, em matéria de «defesa» e «segurança». Como há muito o CPPC vem denunciando, esta maior integração no domínio militar e da indústria de armamento insere-se no processo de militarização da União Europeia (UE) – realizado em coordenação com a NATO e nesta inserido – e tem como propósitos anunciados: o incremento das despesas militares dos países participantes; o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista; e o aumento da sua capacidade operacional no quadro do incremento do intervencionismo militarista da UE.

  • Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) convida-vos a participar na sessão pública - Pelo fim das Armas Nucleares - que vai realizar no próximo Sábado, dia 16 de Dezembro, a partir das 14h30, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça - Rua Vítor Cordon nº1, em Lisboa, e que contará com a participação de Jean-Paul Lainé, Presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Frederico Carvalho, Membro da Presidência do CPPC e Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    Esta iniciativa pública segue-se à Assembleia da Paz, que terá lugar durante a manhã, sob o lema " Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!".

  • Não ao reforço da escalada bélica no Médio Oriente

     

    Os Estados Unidos da América estão de volta ao Iraque, país que, em conjunto com uma coligação composta essencialmente por países da NATO e das Monarquias do Golfo, invadiram, saquearam, mataram, destruíram e ocuparam entre 19 de Março 2003 e Dezembro de 2011. Agora fazem-no com o pretexto de combater o chamado “Estado Islâmico” que EUA ajudaram a armar e a financiar.

  • Não aos exercícios militares da NATO na Europa

    nao aos exercicios militares da nato na europa 1 20200608 1665373134

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) considera inaceitável que a NATO, indiferente à situação da pandemia da Covid-19 e às suas consequências para os povos na Europa e no mundo, insista na realização das manobras militares NATO BALTOPS, de 7 a 16 de junho, no mar Báltico, envolvendo milhares de soldados e um vasto conjunto de navios e aeronaves militares.

    De acordo com a informação disponibilizada pelo quartel-general das forças navais de ataque e apoio da NATO (STRIKFORNATO), com sede em Oeiras, este exercício “envolve a participação de 19 países”, “29 navios, 29 aeronaves e cerca de 3.000 militares” desenvolvendo “operações de defesa aérea, guerra antissubmarina, interdição marítima e de contramedidas de minas”.

    Participam no BALTOPS militares e meios bélicos do Canadá, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Letónia, Lituânia, Holanda, Noruega, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. No caso de Portugal, serão 15 os militares que vão participar.

  • Não às provocações e ameaças militares dos EUA contra a Venezuela

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação repudia veementemente o anúncio, na semana passada, pela administração de Donald Trump de que reforçará a presença de forças navais ao largo da costa marítima da Venezuela, no Mar do Caribe.

    Esta manobra insere-se nas ações provocatórias e ameaças de intervenção militar dos EUA contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, com o objectivo de afastar o Governo dirigido pelo Presidente, Nicolás Maduro, sobre quem os EUA recentemente lançaram a difamação de alegadamente estar envolvido em ‘tráfico de drogas’, sem que tenham apresentado qualquer prova que possa sustentar esta alegação, e estabelecendo vergonhosamente uma recompensa no valor de 15 milhões de dólares por informações que levem à sua detenção e/ou condenação.

  • Nos 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial - Unir esforços e vontades para defender a paz

    nos 100 anos do fim da primeira guerra mundial unir esforcos e vontades para defender a paz 1 20181110 1654578179

    Assinala-se no próximo dia 11 de Novembro, o Dia do Armistício, que em 1918 pôs fim à Primeira Guerra Mundial.

    A Grande Guerra, envolvendo as maiores potências económicas e militares da época (de um lado os impérios alemão, austro-húngaro e turco; do outro os impérios britânico, francês e russo e os EUA, entre outros), resultou de rivalidades entre elas pelo domínio de colónias, rotas comerciais e mercados – em nome desses interesses foram sacrificadas 20 milhões de vidas humanas. Neste conflito generalizado, travado na maior parte do tempo nas deploráveis condições das trincheiras, foram pela primeira vez utilizadas – pelo menos em grande escala – armas como aviões de combate, carros blindados, submarinos, artilharia pesada e armas químicas.