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Palestina

  • No dia em que se assinalam 50 anos da ocupação militar israelita, em 1967, dos territórios palestinianos da Cisjordânia, da Faixa de Gaza e de Jerusalém Oriental, e também dos Montes Golã sírios, de parte do Sinai egípcio e das Quintas de Shebaa libanesas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade e determinação de prosseguir a sua histórica intervenção pela justa causa do povo palestiniano.

    Evocar meio século de ocupação da totalidade da Palestina, que se seguiu a uma primeira vaga de expulsão dos palestinianos com a criação do Estado de Israel, em 1948, é denunciar os sucessivos crimes e massacres cometidos contra a população palestiniana; é recordar as aldeias arrasadas, as terras roubadas, as casas demolidas; é lembrar os milhares de presos, incluindo crianças, e os milhões de refugiados espalhados pelo mundo; é ter presente a humilhação diária que é imposta às populações palestinianas, com os colonatos, os postos de controlo, o muro de segregação, o cerco à Faixa de Gaza, e as dramáticas condições de sobrevivência que são impostas pelas autoridades israelitas e a sua política sionista ao povo palestiniano.

  • Leia a posição divulgada pela presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, sobre o encontro entre o Presidente norte-americado Donald Trump e o Primeiro Ministro israelita Benjamin Netanyahu."

    "Trump e Netanyahu reforçam políticas criminosas contra o povo palestino

    A posição política explicitada pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, após a visita deste último a Washington, revelou mais uma vez que o imperialismo estadunidense sempre estará ao lado do seu aliado e posto avançado no Oriente Médio, como cúmplice dos crimes de guerra em que se sustenta o regime israelense.

  • A Presidência do Conselho Mundial da Paz volta a manifestar seu completo repúdio às ações criminosas do regime de Israel e a reiterar sua irrestrita solidariedade ao povo palestino na luta contra a opressão e a ocupação sionista. Denunciamos de forma pesarosa e ultrajada a escalada da violência perpetrada pelas forças israelenses, que voltam a impor a repressão brutal e fatal aos palestinos em protesto contra a ocupação. Neste Dia dos Direitos Humanos, recebemos a triste e revoltante notícia da morte de mais um palestino, desta vez o ministro Ziad Abu Ein, figura histórica da resistência palestina e que tinha entre suas principais lutas a denúncia do vergonhoso muro de segregação construído por Israel na Cisjordânia.

  • Três presos palestinianos correm neste momento perigo de vida em consequência da greve da fome que iniciaram há várias semanas em protesto contra a prepotência e arbitrariedade do poder israelita. Anas Ibrahim Shadid, de 20 anos, e Ahmad Abu Fara, de 29, estão presos há mais de três meses sem culpa formada, ao abrigo da chamada detenção administrativa. Nour al-Din Amar, de 30 anos, a cumprir pena de prisão perpétua, está há mais de três anos em prisão solitária e, segundo a família, tem-lhe sido negado tratamento ao braço partido durante um espancamento por soldados israelitas.
    Os três presos estão em estado crítico e um deles, Anas Shadid, pode morrer a qualquer momento.

    A detenção administrativa é uma medida que permite ao poder executivo e comandos militares israelitas manter indivíduos presos indefinidamente sem acusação e sem serem presentes a tribunal, com base em alegada “informação secreta”. Porém, quer ao detido quer a seu advogado é negado acesso a tal informação, com o pretexto de proteger as fontes.
    Conquanto esta medida possa ser aplicada a qualquer pessoa, incluindo cidadãos israelitas – até hoje houve nove israelitas a quem foi aplicada –, na prática tem recaído quase em exclusivo sobre palestinianos dos territórios ocupados por Israel. De acordo com a associação de apoio aos presos, Addameer, em outubro deste ano havia cerca de 7000 palestinianos em prisões israelitas, dos quais 10% sob detenção administrativa.

  • Um ano após a mais recente agressão de grande escala de Israel contra o povo palestino na Faixa de Gaza, iniciada a 8 de Julho de 2014, o Conselho Português para a Paz e Cooperação recorda os mais de 2200 palestinos assassinados, na sua grande maioria população civil, incluindo mais de 500 crianças, para além dos muitos milhares de feridos.

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    Os Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal acolhem, no dia 30 de Novembro, o seminário «Palestina: História, Identidade e Resistência de um país ocupado», promovido em parceria pelo município, o CPPC e o MPPM. Eis o programa detalhado da iniciativa:

    9.30 horas – Sessão de Abertura

    Joaquim Santos, presidente da Câmara
    Municipal do Seixal
    Nabil Abuznaid, embaixador da Palestina
    Ilda Figueiredo, presidente do Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Maria do Céu Guerra, presidente do MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

  • No âmbito da comemoração do Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU), a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) organizaram, com o apoio da Câmara Municipal de Almada e da Inovinter, no passado dia 29 de Novembro (Sábado), no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada, o Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino.

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    Por decisão da Assembleia Geral da ONU, o ano 2014 é o Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino. Também por decisão da Assembleia Geral da ONU, todos os anos celebra-se, a 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino. O dia foi escolhido, em 1977, porque nesse mesmo dia, em 1947, a Assembleia Geral da ONU havia aprovado a Resolução 181 sobre a Partilha da Palestina, decretando a criação de dois Estados no território histórico da Palestina. O Estado de Israel foi criado logo no ano seguinte, com uma declaração unilateral e uma campanha planeada de violência e de terror que se traduziu numa autêntica limpeza étnica da população palestina. Mas o prometido Estado da Palestina aguarda ainda hoje, 67 anos volvidos, a sua concretização.

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    Excelentíssimo Senhor Embaixador da Palestina
    Estimados Representantes de Organizações Palestinas
    Sr. Deputado Bruno Dias
    Srª Deputada Catarina Marcelino
    Sr. Vice Presidente da Câmara Municipal de Almada
    Estimados Companheiros da CGTP-IN, do MPPM e do CPPC e outras organizações aqui presentes

    Caros Amigos,
    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação uma saudação calorosa a todos os participantes neste Seminário que se insere na proclamação pelas Nações Unidas de - 2014 - Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino.

  • Estimados Representantes de Organizações Palestina
    Excelentíssimos convidados

    Cumpre-me fazer o encerramento deste Seminário, tarefa difícil face à excelência das intervenções e comunicações aqui trazidas pelos ilustres conferencistas que ao longo do dia nos honraram com a sua presença.

    As minhas primeiras palavras vão para a Câmara Municipal de Almada, a quem, felicito por acolher esta iniciativa inserida na luta que os povos amantes da Paz travam, sem esmorecimento, há décadas, pelo direito do povo palestino a um Estado independente e soberano dentro das fronteiras de 1967 e com Jerusalém leste como capital.

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    30 de Agosto

    "Taberna do Arrufa" - Cuba - Beja

    com a participação do Comandante António Lara Cardoso
    (membro da direcção nacional do CPPC).

    Participa!

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    O CPPC promove no próximo dia 25 de Junho às 19 horas no Café Santa Cruz, em Coimbra, uma sessão de solidariedade com a Palestina, na qual participam o escritor e professor José António Gomes e a ilustradora Ana Biscaia.

  • Realizou-se, no passado dia 30 de Agosto, uma sessão de solidariedade com o povo palestino na Vila de Cuba, distrito de Beja.

    Presentes na mesa, estiveram o comandante António Lara Cardoso, membro da direcção nacional do CPPC, José Baguinho do núcleo do CPPC de Beja, que dirigiu a sessão e Francisca Bicho, professora de história.

    Nesta iniciativa, realizada na "Taberna do Arrufa" foi ainda possível ver a exposição do CPPC, "Construír a Paz com os valores de Abril".

     

  • A CGTP-IN, o CPPC e o MPPM convidam-no a participar numa sessão de solidariedade e esclarecimento sobre a actual situação na Palestina, com a presença do Ex.mo Senhor Embaixador da Palestina em Portugal, Hikmat Ajjuri.

    Contam-se por muitas centenas as vítimas mortais, são milhares de feridos e dezenas de milhar de desalojados o resultado da criminosa agressão do governo israelita ao povo palestino da Faixa de Gaza, desde o dia 7 de Julho.

    De dia para dia, cresce a escalada de horror, a comunidade internacional, surda aos protestos que se levantam um pouco por todo o mundo, indiferente à dor e ao sofrimento de um povo martirizado por décadas de ocupação e repressão, assiste em silêncio ao massacre, um exercício de pura e genocida brutalidade praticado sobre uma população indefesa, por um dos mais poderosos exércitos do mundo.

    É tempo de dizer basta.

    Participantes na sessão:

    Fernando Maurício - CGTP

    José Baptista Alves - CPPC

    Maria do Céu Guerra - MPPM

     

     

  • O CPPC, o MPPM e o Teatro Extremo realizam na próxima sexta-feira, dia 1 de Agosto pelas 21h, uma sessão de solidariedade com o povo palestino.
    A sessão terá lugar no Teatro Extremo (Rua Serpa Pinto, 16 - Almada).

    Participa!

  • Mais de 200 pessoas encheram a sala Agostinho Fortes na Casa do Alentejo, para a sessão de solidariedade com o povo palestino promovida pela CGTP-IN, o CPPC e o MPPM.

    Para além das organizações promotoras, a sessão contou com a intervenção do Ex.mo Sr. Embaixador da Palestina em Portugal Hikmat Ajjuri, que fez um apanhado histórico para melhor enquadrar a situação que se vive actualmente na Palestina.

    No final da sessão foi reafirmado o compromisso dos presentes em continuar as acções de solidariedade e aprovada, por unanimidade, uma moção a dirigir aos órgãos de soberania portugueses.