Outras Notícias

solidariedade

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto membro do Comité Nacional Preparatório do 19º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, apela à participação no Acampamento pela Paz!

  • O documento de divulgação do Acampamento pela Paz já está nas ruas.
    Nos próximos dias 25, 26 e 27 de Julho em Évora! Muita animação, convívio, desporto, cultura, debates - claro tudo pela Paz

    Para participares manda mail para Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar.

    https://www.facebook.com/plataforma40x25

  • A Venezuela está a ser alvo de uma acção de ingerência e  desestabilização que, explorando reais problemas económicos, visa paralisar a acção do seu legítimo governo, confrontar a Constituição venezuelana e atacar o processo bolivariano e as suas realizações.

     Não são os interesses do povo venezuelano que estão por detrás do boicote económico, açambarcamento e especulação. Não são os valores democráticos que estão por detrás dos actos de violência com que grupos reaccionários e de extrema direita tentam lançar o caos naquele País. Não é a verdade que se defende quando se apresenta como opressor um governo democraticamente eleito que tenta manter a ordem e assume a defesa da lei e da Constituição. Não são os interesses da Venezuela e os valores da paz que estão por detrás das acções de uma “oposição” que instiga à agressão externa contra a Venezuela.

  • acto publico em apoio a democracia no brasil 1 20180817 1070708196

    Ontem, 15 de Agosto, dia em que Lula da Silva oficializou a sua candidatura, o CPPC participou, com várias outras organizações, no Largo Camões em Lisboa, no acto público em apoio à democracia no Brasil e ao direito a Lula da Silva sair em liberdade e poder se candidatar, em pé de igualdade com os restantes candidatos, às eleições presidenciais no Brasil.

  • Condenando o ataque dos EUA, do Reino Unido e da França contra a República Árabe Síria, na madrugada de 14 de Abril, e que contou com o expresso apoio da NATO, da União Europeia e de Israel, um conjunto de organizações promove um acto acto público pela paz e pelo fim da agressão à Síria, no próximo dia 19 de Abril, Quinta-feira, no Largo Camões, em Lisboa.

    Esta agressão a um Estado soberano, em completo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, e sob o pretexto de uma alegada utilização de armas químicas, até ao momento não comprovada, foi desencadeada quando a Síria e o seu povo têm obtido diversas vitórias face aos grupos terroristas – apoiados pelos EUA e diversos países seus aliados – e quando foram alcançados, pelo diálogo e esforços de vários países, importantes avanços no caminho da paz.

  • Foi com determinação que hoje, 13 de Abril, também no Porto, se juntaram portugueses e brasileiros num Acto público, em frente ao Consulado do Brasil. Foi
    uma manifestação de solidariedade com o povo brasileiro, em defesa da democracia e de protesto face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a prisão de Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff.

  • Condenando o ataque dos EUA, do Reino Unido e da França contra a República Árabe Síria, na madrugada de 14 de Abril, e que contou com o expresso apoio da NATO, da União Europeia e de Israel, um conjunto de organizações promove um acto acto público pela paz e pelo fim da agressão à Síria, no próximo dia 23 de Abril, segunda-feira, pelas 18 h , na Praça da Palestina, no Porto.

    Esta agressão a um Estado soberano, em completo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, e sob o pretexto de uma alegada utilização de armas químicas, até ao momento não comprovada, foi desencadeada quando a Síria e o seu povo têm obtido diversas vitórias face aos grupos terroristas – apoiados pelos EUA e diversos países seus aliados – e quando foram alcançados, pelo diálogo e esforços de vários países, importantes avanços no caminho da paz.

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    NÃO PODEMOS DEIXAR SILENCIAR OS CRIMES DE ISRAEL!

    Ainda que Israel venha a pôr termo à sua operação militar, não podemos deixar que um manto de silêncio cubra os crimes hediondos cometidos durante a agressão a Gaza.

    Não podemos esquecer os ataques a escolas e hospitais; os quase dois milhares de palestinos mortos e os dez mil feridos; a dezena de milhar de edifícios públicos destruídos ou danificados; as mais de 30.000 habitações danificadas; as escolas e hospitais danificados; os locais religiosos, muçulmanos e cristãos, danificados e profanados; o meio milhão de deslocados; as infra-estruturas destruídas.

    Sobretudo, não podemos deixar esquecer que tudo isto decorre de uma ocupação ilegal sem qualquer respeito pelos direitos da população sujeita a ocupação.

    NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, À 18 HORAS, FRENTE À EMBAIXADA DE ISRAEL!

    PALESTINA LIVRE!

    FIM À AGRESSÃO!

    FIM À OCUPAÇÃO!

  • Acção Mundial de Solidariedade com Venezuela, 29 de Agosto - 4 de Setembro de 2016

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) alerta para a acção de provocação montada por sectores da oposição venezuelana em torno da “Tomada de Caracas”, anunciada para o próximo 1º de Setembro.

    O CPPC denuncia a criminosa acção desestabilizadora e de carácter golpista de sectores e grupos da direita venezuelana que, concertadas com os EUA, têm vindo a praticar a violência – incluindo assassinatos – e a sabotagem económica, acompanhadas de operações mediáticas de manipulação da opinião pública, de modo a levar a cabo uma nova escalada de ingerência externa na Venezuela.

  • É com profunda preocupação e expressão pública de condenação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha a escalada de repressão perpetrada pelas autoridades israelitas contra a população palestiniana e suas organizações políticas e sociais que lutam pela concretização do legitimo direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina soberano e independente.

    A detenção da deputada do Conselho Legislativo Palestiniano, Khaleda Jarrar, e de outros activistas da Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), nos territórios ocupados da Cisjordânia, é mais um episódio revelador da total impunidade de que o Estado de Israel goza perante a chamada comunidade internacional.

  • Por iniciativa do Teatro Extremo, do CPPC, do MPPM, realizou-se no dia 1 de Agosto, uma sessão-debate integrada na campanha de solidariedade para com o povo palestino da Faixa de Gaza, vitima da violenta agressão levada a cabo, desde há quase um mês, pelo Estado de Israel.

    Antecedido pela projecção de um filme reportagem sobre a actividade do “Freedom Theatre” na Palestina, o debate, com cerca de 50 participantes foi moderado por Luísa Ramos, do núcleo de Almada do CPPC, com intervenções dos representantes do MPPM, do CPPC e do Teatro Extremo.

    Todas as intervenções condenaram veementemente a agressão israelita à população palestina residente na Faixa de Gaza e a cumplicidade e apoio a este genocídio por parte dos Estados Unidos da América e da União Europeia.

    No debate havido, para além da condenação dos massacres que Israel tem vindo a praticar sobre as populações indefesas da Faixa de Gaza, nomeadamente crianças, mulheres e idosos, foi unânime a convicção de que só com o cumprimento, por Israel, das inúmeras Resoluções aprovadas pela Organização das Nações Unidas, visando a criação de um Estado Palestino viável nas fronteiras de 1967, com a capital em Jerusalém Leste, com o fim dos colonatos israelitas, o regresso dos refugiados e a libertação, por Israel, dos presos políticos palestinos.

    Os participantes nesta sessão de solidariedade decidiram, ainda, manifestar às Autoridades do Estado Português – Presidente da República, Assembleia da República e Governo – o seu protesto pela forma como estes órgãos se tem posicionado face ao genocídio de milhares de palestinos e ao apoio implícito que isso representa ao Estado de Israel.

     

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    Decorreu, no Porto, no passado dia 22 de fevereiro, o habitual Almoço da Paz, que contou com a participação animada de 70 pessoas. Foi convidado a intervir no almoço o jornalista Alfredo Maia, membro da Presidência do CPPC que, partindo dos recentes casos de racismo em Portugal, abordou alguns dos perigos da situação internacional e denunciou as posições de ingerência do imperialismo norte americano e dos seus aliados, designadamente no âmbito da NATO. Deixou palavras de solidariedade aos povos martirizados do Iémene, da Síria, Palestina e Iraque, sem esquecer povos de África e da América Latina.

    Em nome da direção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo referiu-se em especial às próximas atividades do CPPC, destacando a petição pela assinatura e ratificação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, os Concertos pela Paz, em Gondomar, no dia 15 de março e em VN de Gaia, a 21 de março, e o próximo Encontro pela Paz, a realizar em 30 de maio, em Setúbal. Sublinhou a importância da convergência de vontades na defesa da paz e gritou-se " Paz sim! Guerra não!

    Brindaram os presentes, com a sua bela música de intervenção, os artistas Minda e Fábio e realizou-se o sorteio de uma obra de arte oferecida pelo pintor Franchini.

  • almoco pela paz reune meia centena em almada 1 20190129 1590446138

    O CPPC realizou no dia 26, em Almada, um Almoço pela Paz no qual participaram cerca de 50 pessoas, entre activistas da paz e da solidariedade, autarcas, associativistas e muitos outros, empenhados em levar mais longe a acção em prol da paz, do desarmamento, da solidariedade com os povos.

    Nas intervenções, proferidas por Armando Farias, da direcção nacional do CPPC, e Frederico de Carvalho, da presidência, foram realçadas as principais ameaças à paz e segurança internacionais e reafirmada a solidariedade com os povos do mundo, com destaque para o palestino e o venezuelano, que por estes dias resiste a mais uma tentativa de golpe de Estado por parte dos EUA e seus aliados internos.

    Do almoço saiu a determinação em levar mais longe, no concelho de Almada, a acção do CPPC, em debates públicos ou em escolas como noutras iniciativas, próprias ou em colaboração com autarquias, associações e outras entidades.

  • america latina em debate no porto 1 20191230 1605679795

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação promoveu, no dia 16 de Dezembro às 18 horas, no Clube dos Fenianos Portuenses, uma conferência intitulada «Os novos desafios para a Paz na América Latina», onde estiveram em debate os complexos obstáculos colocados aos povos da região que corajosamente se batem pelo progresso, a justiça social e a soberania, tendo a moderação de Ilda Figueiredo do CPPC, as intervenções do embaixador da República Bolivariana da Venezuela, Lucas Ricon, de Jassellys Morales representante da embaixada de Cuba, de Moara Crivelente do movimento da paz do Brasil, de Vítor Pinto Basto jornalista e escritor, do professor Henrique Borges da União dos Sindicatos do Porto /CGTP e de Vitor Tito da direcção do Clube dos Fenianos Portuenses.
    Ali se fez a denúncia das intervenções sucessivas do imperialismo dos EUA aliado às oligarquias locais, usando os golpes de estado diversos como nas Honduras, na Venezuela e recentemente na Bolívia, se denunciou o bloqueio criminoso a Cuba e à Reoública Bolivariana da Venezuela, o apoio às medidas repressivas e anti-democráticas de Bolsonaro no Brasil. Mas também se manifestou toda a solidariedade aos povos que continuam a lutar pelo direito soberano de escolher os seus caminhos de progresso e de paz, como no na Venezuela e em Cuba, às lutas que prosseguem no Chile, na Bolívia, em Colômbia e no Brasil contra as políticas repressivas e pelo direito dos trabalhadores e dos povos ao progresso social, à democracia, à liberdade e à paz.