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Pensou ser pop rock mas os fados eram histórias de palavras e melodias, uma arte com gente dentro – com os seus amores, tristezas, angústias, incertezas e devaneios – e este era um universo onde poderia estar consigo próprio.

Parte, assim, sem preocupações em seguir rituais, para um trabalho de pesquisa de letras e músicas do fado tradicional, um começar do princípio para poder dar continuidade e prolongar esta paixão com qualquer coisa de novo. Nascia, assim, “Fados Meus”, editado em 2004.

Um empenho e uma entrega que levaram ao seu reconhecimento enquanto fadista, poeta, compositor, “cantautor” – através do prémio de Fadista Revelação; do convite de Maria da Fé para ser residente na mítica casa de fados “Senhor Vinho”, onde continua; das solicitações frequentes para concertos, programas de televisão e rádio; do lancamento do segundo disco de originais – “Aquelas Coisas da Gente” - ou ainda dos convites internacionais que já levaram as suas histórias a Espanha, Grécia, Suiça, Holanda, Finlândia, Macau, Itália, Rússia ou Guiné-Bissau.

De “Évora Doce” a “Mistérios de Lisboa”, tem sido seu o privilégio de trabalhar com nomes como Janita Salomé, Vitorino, José Fonseca e Costa, entre tantos outros sem os quais não seria possível continuar a ser tão autêntico naquilo que faz.

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