Outras Notícias

  • Faleceu Carlos do Carmo 04-01-2021

    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

  • CPPC homenageia Rui Namorado Rosa e 70 anos de luta pela paz 17-03-2019

    O CPPC homenageou Rui Namorado Rosa, membro da sua Presidência e que durante anos assumiu as funções de presidente e vice-presidente da direcção nacional. A...

  • Faleceu Armando Caldas 13-03-2019

    Hoje, 13 de Março de 2019, o encenador e actor, membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Armando Caldas, deixou-nos. Com um...

  • Homenagem a Rui Namorado Rosa 11-03-2019

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação tem o privilégio de contar com a participação, nos seus órgãos sociais, de Rui Namorado Rosa, que foi seu...

  • Falecimento de Vítor Silva 08-08-2018

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lamenta informar do falecimento de Vítor Silva, ocorrido na madrugada de hoje. Membro do...

O Conselho Português para a Paz e Cooperação associa-se à Jornada Mundial de Solidariedade para exigir o fim das mortes dos refugiados e de imigrantes no Mediterrâneo e apela à participação na concentração, promovida pela CGTP-IN, para o dia 19 de Junho, às 18 horas, na Rua do Carmo, em Lisboa, para que se pare esta tragédia no Mediterrâneo, agora!

O drama dos refugiados e imigrantes, dos quais milhares homens, mulheres e crianças morrem ao tentar atravessar o Mar Mediterrâneo, tem na sua causa a guerra e a ingerência impostas pelas grandes potências Ocidentais, que integram a NATO e a UE, contra Estados soberanos e povos do Norte de África e do Médio Oriente – como aconteceu com as guerras de agressão e destruição do Iraque, da Líbia e da Síria, mas igualmente com a crescente desestabilização do Malí, da Nigéria e de outros países africanos –, com o objectivo de dominar a exploração dos seus recursos, nomeadamente dos seus recursos energéticos, como o petróleo.

São os responsáveis pela destruição de Estados soberanos – e deste modo, das estruturas e infra-estruturas que tem como objectivo satisfazer as necessidades económicas básicas das populações – que não só não mudam a sua atitude de ingerência e belicista, como decidem responder ao êxodo humano que causaram, com acrescidas medidas securitárias, militaristas e belicistas que apenas vão agravar a situação daqueles que fogem à guerra e à fome.

O CPPC considera que apenas promovendo o fim da ingerência e da guerra, a desmilitarização das relações internacionais, o respeito da soberania dos Estados, a paz e o progresso nos países de origem dos fluxos migratórios se poderá dar resposta às imensas e urgentes necessidades de milhões de seres humanos.