Outras Notícias

Agressão dos EUA à Coreia começou há 70 anos

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A intervenção militar dos EUA na Coreia, que ainda hoje permanece, começou há precisamente 70 anos. O objetivo – como sempre mascarado sob belas palavras – foi o mesmo que os levou anos mais tarde a agredir o Vietname: o de procurar travar o impetuoso movimento libertador dos povos, que se seguiu à Vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial.
Naquele país asiático, dominado durante décadas pelo Japão, duas tendências antagónicas disputavam o poder: as forças de resistência anticolonial libertaram o Norte (com o apoio da URSS), enquanto a Sul os EUA instalaram no poder antigos colaboradores das forças de ocupação japonesas, perpetuando a sua presença militar no país, assim como a divisão da Coreia.
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Pela Paz, fim às armas nucleares!

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com a Movimento de Municípios pela Paz, assinalando o 3º aniversário da aprovação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares nas Nações Unidas, inaugurou hoje, dia 7 de Julho, no centro comercial Rio Sul, no Seixal, uma exposição contra as armas nucleares que permanecerá exposta durante uma semana.
Na inauguração participaram a vereadora da Câmara Municipal do Seixal, Manuela Calado, a presidente da direção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, e o diretor do centro comercial Rio Sul, Paulo Ruivo.
Estiveram ainda presentes autarcas locais e representantes de associações.

EUA continuam a ameaçar a paz

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Não à corrida armamentista! Não à guerra!

Foi com grande preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação registou as notícias de que os EUA pretendem abandonar mais dois importantes tratados internacionais destinados a limitar a proliferação de armamentos, incluindo nucleares, nomeadamente o Tratado sobre o Regime de Céu Aberto, em vigor desde 2002, que permite a fiscalização recíproca do território entre os 35 países signatários, e do Tratado de Redução de Armas Estratégicas Ofensivas (New START) que expira no início de 2021, esta última uma hipótese já diversas vezes referida por Donald Trump.

Recorde-se que os EUA se retiraram, por exemplo, do Tratado sobre Misseis Anti-balísticos (ABM), em 2002, e do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermédio, em 2019.

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Não aos exercícios militares da NATO na Europa

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) considera inaceitável que a NATO, indiferente à situação da pandemia da Covid-19 e às suas consequências para os povos na Europa e no mundo, insista na realização das manobras militares NATO BALTOPS, de 7 a 16 de junho, no mar Báltico, envolvendo milhares de soldados e um vasto conjunto de navios e aeronaves militares.

De acordo com a informação disponibilizada pelo quartel-general das forças navais de ataque e apoio da NATO (STRIKFORNATO), com sede em Oeiras, este exercício “envolve a participação de 19 países”, “29 navios, 29 aeronaves e cerca de 3.000 militares” desenvolvendo “operações de defesa aérea, guerra antissubmarina, interdição marítima e de contramedidas de minas”.

Participam no BALTOPS militares e meios bélicos do Canadá, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Letónia, Lituânia, Holanda, Noruega, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. No caso de Portugal, serão 15 os militares que vão participar.

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75º Aniversário da Vitória sobre o Nazi-Fascismo

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Há 75 anos o Alto Comando Alemão assinava, no que restava de Berlim, o ato de rendição aos aliados (França, EUA, Reino Unido e União Soviética). Terminava formalmente a Segunda Guerra Mundial na Europa, a de maior amplitude e intensidade, a mais mortífera e destrutiva de todas as guerras até hoje. Mais de 75 milhões de mortos na Europa e Ásia, mais de 20 milhões dos quais soviéticos; dezenas de milhões de feridos e mutilados; incontáveis danos materiais. Uma guerra que conheceria ainda o horror do bombardeamento atómico dos EUA contra Hiroxima e Nagásaqui.

O Dia da Vitória, que os povos passaram justamente a celebrar, marca a vitória das forças democráticas sobre o poder terrorista do imperialismo alemão corporizado no Estado e regime nazi-fascista do III Reich.

Foi uma vitória sofrida, da resistência e luta antifascista dos povos pela liberdade e democracia. Contra o extermínio em massa de populações e de prisioneiros em campos de concentração; o trabalho forçado; o racismo e a destruição sistemática de infraestruturas económicas, sociais e culturais.

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