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«Sim à Paz! Não à NATO!» foi o clamor que uma vez mais soou nas ruas de Lisboa, ao final de tarde de terça-feira, 3, na acção convocada pelo CPPC e por mais duas dezenas de organizações para exigir a dissolução da NATO e repudiar os objectivos belicistas da cimeira que realiza por estes dias em Londres.

No exacto momento em que, na capital britânica, os líderes da NATO tomavam decisões para reforçar o militarismo e a guerra, em Lisboa exigia-se a defesa da paz, o desarmamento geral, simultâneo e controlado, o fim da militarização da União Europeia, o respeito pela soberania dos povos e a utilização das verbas hoje gastas com armamento na resolução dos graves problemas que afectam os povos do mundo.

 

Depois da música e da poesia de Jorge Baptista Carrano, a vice-presidente da direcção nacional do CPPC, Beatriz Goulart, acusou a NATO e os seus membros de serem a principal ameaça à paz e à segurança no mundo, ou não fossem os responsáveis pela esmagadora maioria das bases militares em território estrangeiro e pelas fabulosas (e crescentes) despesas militares mundiais. A jovem dirigente acusou ainda a NATO de promover a aplicação militar das novas tecnologias, a militarização do Espaço e do ciberespaco e o agravamento da tensão militar junto às fronteiras da Rússia e da China e também de admitir o recurso às armas nucleares num primeiro ataque, inclusivamente contra países que não tenham este tipo de armamento.

A luta pela paz, que teve expressão também em Londres, continua hoje no Porto e na sexta-feira volta a Lisboa, numa iniciativa de repúdio pela presença em Portugal do Secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo, a que se juntará o primeiro-ministo israelita Benjamin Nethanyahu. Razões de sobra, portanto, para sair à rua!