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O CPPC realizou no dia 14 uma sessão pública intitulada «Pela salvaguarda dos direitos do povo sírio, da paz e da soberania. Fim à agressão à Síria!». Foram oradores os jornalistas José Goulão e Ribeiro Cardoso e o vice-presidente da direcção nacional do CPPC, Filipe Ferreira, que perante uma sala cheia e participativa denunciaram a agressão externa à Síria, que dura há já sete anos, e a forma truncada e manipulada como a generalidade da comunicação social aborda o assunto.

Exemplo da repetição acrítica da propaganda veiculada pelas grandes potências ocidentais, através das suas centrais mundiais de comunicação, por parte de estações de televisão e rádio e jornais é a apresentação das vítimas como algozes e dos agressores como agredidos. Não sendo uma situação nova, agravou-se nas últimas semanas a propósito da situação em Ghouta, voltando a usar-se o termo «rebeldes» para designar grupos terroristas ligados à Al-Qaeda ou ao chamado «Estado Islâmico».

Estes grupos, lembrou-se, foram – e são – armados, treinados, financiados e apoiados pelos Estados Unidos e seus aliados europeus e regionais, particularmente a Arábia Saudita, Turquia e Israel. O objectivo de uns e de outros é, aliás, o mesmo: o derrube do governo legítimo do país, que há muito constitui um obstáculo aos propósitos dos EUA na região. Tropas dos EUA e da Turquia encontram-se directamente envolvidos na agressão à Síria, à revelia do direito internacional e em clara violação da soberania desse país.

Ficou ainda evidente que o fim da agressão externa à Síria, directa ou por «procuração», e a retirada das forças militares estrangeiras que ocupam ilegalmente o país são objectivos centrais para alcançar a paz.